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S&P500 e Dow Jones bateram recordes!

A bolsa nova-iorquina encerrou esta quinta-feira em alta, com os investidores satisfeitos com a assinatura, sem surpresa, de um acordo comercial parcial entre os EUA e a China, e a divulgação de uma série de resultados trimestrais de empresas que parece ter resultado em animo para o S&P500 e o Dow Jones.

Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average valorizou 0,31%, para acabar em 29.030,22 pontos, a encerrar pela primeira vez na sua história acima dos 29 mil.Também o índice alargado S&P500, que representa as 500 maiores capitalizações bolsistas em Wall Street, ganhou 0,19%, para umas inéditas 3.289,20 unidades.O Nasdaq encerrou também com ganhos, de 0,08%, para as 9.258,70 unidades.

Os índices bolsistas subiram claramente, principalmente o S&P500 e o Dow Jones com a aproximação da assinatura na Casa Branca do acordo comercial preliminar entre chineses e norte-americanos pelo Presidente norte-americano e o vice-primeiro-ministro chinês, mas foram perdendo força com o aproximar do fim da sessão.

Por outro lado, várias empresas relevantes na praça nova-iorquina apresentaram os seus resultados antes da abertura da sessão, alguns dos quais superaram as expectativas, casos da seguradora UnitedHealth, que valorizou 2,83%, da gestora de ativos BlackRock (2,30%) e do Bank of America, que, não obstante, fechou a perder 1,84%

S&P500 e Dow Jones sorriem para acordo comercial parcial dos EUA e da China, mas será que é sol que vem para durar?

Donald Trump parece estar a dar sinais de cooperação com a China para chegarem a um acordo e permitirem crescimento a ecónomia mundial mas, com ele nunca se sabe a fiabilidade deste e de futuros acordos. O que sabemos é que com a questão do Impeachment e os ataques do Irão o actual Presidente eleito não parece estar com vontade de abraçar as disputas com a China, pelo menos por agora o país que se projecta ser rapidamente a maior potência mundial está mais perto de ter tréguas com a actual

Espera-se que este texto, de 94 páginas, permita uma trégua no conflito comercial que mina a economia mundial desde que foi iniciada pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, na primavera de 2018.

reação dos investidores à sua oficialização foi moderada porque “os índices já subiram muito desde meados de outubro“, estimou Patrick O’Hare, da Briefing. “O valor das empresas na bolsa continua a subir, mas com um pouco mais de obstáculos no caminho”, avançou.

  • A China comprometeu-se a comprar 200 mil milhões de dólares (179 mil milhões de euros) suplementares de produtos dos EUA nos próximos dois anos.
  • O acordo contém também disposições relativas à proteção da propriedade intelectual e às condições de transferência de tecnologias, outras exigências relevantes dos EUA.
  • Os direitos alfandegários punitivos que incidem sobre importações provenientes da China, em montante superior a 370 mil milhões de dólares, vão ser mantidos enquanto um futuro acordo, designado de ‘fase 2’, não for assinado, recordou Trump.