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UE regista quebra histórica no PIB no 2º trimestre de 2020

UE regista quebra histórica no PIB no trimestre atual.

As economias da zona euro e da União Europeia (PIB da UE) registaram, no segundo trimestre do presente ano, os maiores recuos de sempre, tanto na comparação homóloga quanto na trimestral, devido às consequências da pandemia da covid-19, divulga o Eurostat.

O Produto Interno Bruto da zona euro recuou 15,0% face ao segundo trimestre de 2019 e 12,1% na comparação com os primeiros três meses do ano.

O PIB da UE, por seu lado, caiu 14,1% na comparação homóloga e 11,7% em cadeia.

UE regista quebra histórica no PIB

No período janeiro-março, o PIB da zona euro diminuiu 3,1% em termos homólogos e 3,6% na variação trimestral, e o PIB da UE 2,5% e 3,2%, respetivamente. Tal, significa que este 2º trimestre de 2020 teve um impacto negativo que ronda os 10 pontos percentuais (p.p.)

  • Emprego

No que respeita aos números do emprego, estima-se que, entre abril e junho, estes tenham sofrido também quebras recorde! 2,9% na Zona Euro e 2,7% na UE, face ao trimestre homólogo de 2019, e de 2,8% e 2,6% na variação em cadeia.

Excedente comercial de bens sobe em junho mas recua no 1.º semestre

O excedente do comércio externo de bens subiu, na zona euro, em junho, para os 21,2 mil milhões de euros, mas recuou para os 85,9 mil milhões no primeiro semestre, em termos homólogos.

Em junho, o excedente da balança comercial externa aumentou, na zona euro, para 21,2 mil milhões de euros, face ao de 19,4 mil milhões de euros do mês homólogo, mas, devido aos efeitos económicos da pandemia da covid-19, entre janeiro e junho recuou, tendo atingido os 85,9 mil milhões de euros, que se comparam com os 95,8 mil milhões homólogos.

UE face ao Coronavírus

Segundo o gabinete estatístico europeu, as exportações de bens da zona euro para o resto do mundo recuaram 10% em junho, para os 170,3 mil milhões de euros e as importações diminuíram 12,2% para os 149,1 mil milhões de euros.

Na União Europeia, a balança comercial externa de bens viu o seu excedente crescer para os 20,7 mil milhões de euros, face ao de 17,5 mil milhões registado em junho de 2019.

No primeiro semestre do ano, as trocas de bens com o resto do mundo registaram um excedente de 74,1 mil milhões de euros, um recuo na comparação com janeiro-junho de 2019 (85,1 mil milhões de euros).

Em junho, as exportações dos 27 países para o resto do mundo recuaram 9,6% em termos homólogos para os 154,4 mil milhões de euros e as importações caíram 12,8% para os 133,7 mil milhões de euros.

Estes dados variam um pouco face aos termos das previsões feitas por parte da Comissão Europeia desenvolvidas em Maio deste ano.

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